{"id":1695,"date":"2022-08-19T06:59:05","date_gmt":"2022-08-19T09:59:05","guid":{"rendered":"https:\/\/brcnoticias.com.br\/?p=1695"},"modified":"2022-08-19T06:59:05","modified_gmt":"2022-08-19T09:59:05","slug":"bahia-registrou-138-denuncias-desde-2019-sobre-trabalho-escravo-16-foram-fiscalizadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/brcnoticias.com.br\/index.php\/2022\/08\/19\/bahia-registrou-138-denuncias-desde-2019-sobre-trabalho-escravo-16-foram-fiscalizadas\/","title":{"rendered":"Bahia registrou 138 den\u00fancias desde 2019 sobre trabalho escravo; 16% foram fiscalizadas"},"content":{"rendered":"<p>A descoberta do caso em que uma mulher gr\u00e1vida foi resgatada em condi\u00e7\u00f5es de trabalho an\u00e1logo a escravid\u00e3o, na cidade de Santa Terezinha, no Rec\u00f4ncavo baiano ocorreu a partir de den\u00fancia encaminhada pela Promotoria de Justi\u00e7a. Apesar disso, desde 2019, a Bahia recebeu 138 den\u00fancias sobre poss\u00edveis casos como esse, por\u00e9m apenas 16% delas foram fiscalizadas.<\/p>\n<p>Os dados foram obtidos pela Fiquem Sabendo, ag\u00eancia de dados especializada no acesso a informa\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, com a Subsecretaria de Inspe\u00e7\u00e3o do Trabalho (SIT), vinculada \u00e0 Secretaria de Trabalho (STRAB) e subordinada ao Minist\u00e9rio do Trabalho e Previd\u00eancia (MTP).<\/p>\n<p>Das 138 den\u00fancias desde 2019 sobre trabalho an\u00e1logo a escravid\u00e3o, 23 delas foram fiscalizadas pelos \u00f3rg\u00e3os competentes. Em toda a Bahia, den\u00fancias deste tipo foram registradas em 67 cidades do estado. <\/p>\n<p>Como exemplo, no Brasil, em julho de 2022, foram 170 den\u00fancias registradas sobre a tem\u00e1tica, nenhuma delas foi fiscalizada. No m\u00eas anterior, em junho de 2022, foram 147 den\u00fancias no Brasil com 2 fiscaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>MPT DA BAHIA<\/strong><\/p>\n<p>Ao Bahia Not\u00edcias, o procurador-chefe do Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho, Lu\u00eds Carneiro, \u00f3rg\u00e3o que tamb\u00e9m faz a fiscaliza\u00e7\u00e3o desse tipo de conduta, apontou que a &#8220;<em>caracteriza\u00e7\u00e3o do trabalho escravo dom\u00e9stico n\u00e3o \u00e9 apenas somente um desregramento entre trabalhador e empregado<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p>&#8220;<em>Os n\u00fameros precisam ser examinados. As den\u00fancias chegam de diversas formas. Nem sempre as den\u00fancias s\u00e3o confirmadas no final. Quando se fala em trabalho escravo dom\u00e9stico \u00e9 muito forte. \u00c9 algo que \u00e9 uma chaga social ainda existente e tem muita repercurs\u00e3o<\/em>&#8220;, disse ao BN. <\/p>\n<p>Carneiro ressaltou que o &#8220;ambiente que deveria propiciar condi\u00e7\u00f5es mais pr\u00f3ximas&#8221; muitas vezes o MPT se depara com agress\u00f5es. &#8220;<em>Submeter, geralmente mulheres negras, uma pr\u00e1tica discriminat\u00f3ria. Ela se caracteriza por uma condi\u00e7\u00e3o sub humana, n\u00e3o pode ser vulgarizada. N\u00e3o \u00e9 qualquer arranhamento ou rela\u00e7\u00e3o. S\u00e3o pr\u00e1ticas cru\u00e9is, priva\u00e7\u00e3o do direito de ir e vir<\/em>&#8220;, completou.<\/p>\n<p>Via <strong>BN<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A descoberta do caso em que uma mulher gr\u00e1vida foi resgatada em condi\u00e7\u00f5es de trabalho an\u00e1logo a escravid\u00e3o, na cidade de Santa Terezinha, no Rec\u00f4ncavo baiano ocorreu a partir de den\u00fancia encaminhada pela Promotoria de Justi\u00e7a. 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